“Não siga o passado, não se perca no futuro. O passado não existe mais, o futuro ainda não chegou. Observando profundamente a vida como ela é, aqui e agora, é que permanecemos equilibrados e livres. (Bhaddekaratta Sutta) "
quarta-feira, 28 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
A sua xícara está cheia?
Cena retirada do filme 2012 onde um mestre tibetano Rinpoche da a seu disciplino o ensinamento budista da "xícara de chá".
Abaixo o famoso conto Zen da "Xícara de Chá".
Nan-In, um mestre zen japonês durante a era Meiji (1868-1912), recebeu um professor de universidade que veio lhe inquirir sobre o Zen. Este iniciou um longo discurso intelectual sobre suas dúvidas.
Nan-In, enquanto isso serviu o chá. Ele encheu completamente a xícara de seu visitante, e continuou a enchê-la, derramando chá pela borda.
O professor, vendo o excesso se derramando, não pode mais se conter e disse:
“Está muito cheio. Não cabe mais chá!”
“Como esta xícara,” Nan-in disse, “você está cheio de suas próprias opiniões e especulações. Como posso eu lhe demonstrar o Zen sem você primeiro esvaziar sua xícara?”
Abaixo o famoso conto Zen da "Xícara de Chá".
Nan-In, um mestre zen japonês durante a era Meiji (1868-1912), recebeu um professor de universidade que veio lhe inquirir sobre o Zen. Este iniciou um longo discurso intelectual sobre suas dúvidas.
Nan-In, enquanto isso serviu o chá. Ele encheu completamente a xícara de seu visitante, e continuou a enchê-la, derramando chá pela borda.
O professor, vendo o excesso se derramando, não pode mais se conter e disse:
“Está muito cheio. Não cabe mais chá!”
“Como esta xícara,” Nan-in disse, “você está cheio de suas próprias opiniões e especulações. Como posso eu lhe demonstrar o Zen sem você primeiro esvaziar sua xícara?”
quinta-feira, 8 de abril de 2010
"Criação" (creation)

Finalmente assisti o filme "Criação", cujo o próprio título já faz uma provocação entre o criacionismo e o evolucionismo. O cartaz do filme acima é outra, evocando a conhecida imagem da Capela Sistina, mas trocando o homem por um orangotango, nosso primo primitivo. Passei boa parte da minha adolescência lendo livros de Charles Darwin, por isso esse filme foi uma especial recordação daqueles tempos insólitos. O curioso é que esses livros foram presentes de meu pai, que até hoje é um religioso com fé no criacionismo, pode?
Mas o que me chamou a atenção na época foi a singular capacidade de observar e de experimentar que Darwin tinha, levando-o a conclusões magníficas, que mudaram o rumo da ciência, desvinculando-a gradualmente dos dogmas religiosos e tornando-a essencialmente experimental: cada vez mais baseada em evidências e cada vez menos baseada na bíblia.
Mas sua vida era constantemente atormentada, cheia de tristezas, dificuldades e dilemas morais. E mesmo com muitos problemas ele foi o cientista mais influente do mundo até o momento.
O lado humanitário e cavalheiro de Darwin foi uma das coisas que mais me impressionou em sua biografia. Apesar de sofrer muito com a sua doença e ele foi muito ativo e generoso em sua comunidade. Apesar de ter chegado a ter 9 filhos, a perda de uma única filha o deixou completamente arrasado.
Ele viveu várias décadas atormentado com a sua própria conclusão lógica de que a seleção natural, que descobriu, eliminava a possibilidade da existência de um Deus intervencionista que colocava animais sobre o nosso planeta quando lhe achava conveniente.
Infelizmente ainda hoje há pessoas que negam a evolução, ignorando uma quantidade monstruosa de evidências científicas que atestam a sua inamovível credibilidade.
Tratando-se de Hollywood é difícil dizer se o filme foi estritamente fiel à história deste grande cientista e humanitário, mas de qualquer maneira ele colocará em pauta o debate fundamental entre a evolução e o criacionismo e, talvez, ajude a elucidar as mentes de alguns incrédulos.
Sem dúvida, um filme imperdível!
sábado, 3 de abril de 2010
A sombra humana
O lado sombrio da natureza humana.
Abordagem interessante neste vídeo do psicoterapeuta português Emidio Carvalho sobre o lado escuro, o lado "B" que cada um de nós possui, mas que normalmente não gostamos muito de lembrar ou falar.
No centro de cada sombra humana há uma fonte de poder ilimitada. A nossa sombra é como uma mina de ouro escondida à espera de ser encontrada. Nesta mina há criatividade, coragem, auto-estima, amor, compaixão e todas as ferramentas necessárias para avançar na sua vida.
"Enquanto procuramos a luz, podemos de repente ser devorados pela escuridão... E descobrir a luz verdadeira".
Let's go!
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