quarta-feira, 23 de abril de 2008

Genocídio cultural no Tibete

“Quarenta anos depois da ocupação chinesa do Tibete, o mundo ainda ignora o que de fato aconteceu, ignora a extensão do terror, da destruição e do genocídio sistemático que o povo tibetano teve de suportar e ainda suporta. De um população de seis milhões de pessoas, mais de um milhão morreram nas mãos dos chineses. As vastas florestas do Tibete, tão indispensáveis à ecologia do mundo quanto as da Amazônia, foram derrubadas; sua fauna selvagem foi quase totalmente dizimada; seus planaltos e rios foram poluídos com rejeitos nucleares; a grande maioria dos seus seis mil e quinhentos mosteiros foi destruída ou saqueada; o povo tibetano enfrenta sua extinção, e a glória de sua cultura em sua própria terra natal está sendo eliminada quase por completo.”

Texto extraído do “Livro Tibetano do Viver e do Morrer” de Sogyal Rinpoche.
Colaboração de Otávio Bocheco.

2 comentários:

Gibran disse...

Oi Michel, talvez não só o povo chinês, mas tb boa parte da população mundial precise de um pouco mais de amor em seus corações. Somente assim talvez a ganância e a ambição exagerada seja substituida por atos mais generosos e altruístas.
Cabe uma mensagem:
"O amor espiritual é aquele que jamais causa tristeza. Em primeiro lugar é amor pela verdade. E quando há a experiência da verdade no eu, o amor se torna um fogo que destrói a negatividade. No amor espiritual há individualidade mas não me torno individualista. É um amor doador que não busca retorno, assim como o sol não busca reconhecimento do seu brilho. Não cria dependências, é real e puro. Quando consigo afastar-me do egoísmo e do apego, posso dar amor espiritual."
Ken O'Donnell, A paz começa com você, Editora Gente, São Paulo, 1994
Om namah shivaya!

Namastê, e até semana que vem.

Esteja Aqui e Agora... disse...

Gibran;

É verdade... não só os americanos e chineses que estão oprimindo os mais fracos com mão de ferro, em Myammar não foi diferente, entre outros episódios vergonhosos de nossa "civilização".

Namastê!